ela o chamava de anjo
ele a protegia como um.
Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera... (Caio Fernando Abreu)
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Repórter: Você acredita em Deus?
Camelo: Teve alguém que disse que Deus é um ponto de interrogação. Achei essa imagem bonita. Não acredito em uma figura, mas sim que fazemos parte de uma parada maior, e que ela é incompreensível a nós. (…) Você como observador transforma o objeto observado. Com Deus também é assim. Deus já falou comigo.
Repórter: E falou o quê?
Camelo: Foi uma única vez. Eu tava indo dormir e ouvi do fundo da minha alma. Ele disse: “Faaaaaaaaaaaaz!!!”.
Repórter: Faz o quê?
Camelo: Sei lá, cara. Só sei que eu fiz. Sigo fazendo.
— Marcelo Camelo para a revista Trip, maio de 2010.  (via laylalopes)

(Source: hermania)


1 week ago · 2,167 notes · reblog
(originally hermania, via introubl-e)
caiofabreucfa:

Bonito mesmo é, essa coisa da vida: Um dia, quando menos se espera, a gente simplesmente supera.
Caio Fernando Abreu

caiofabreucfa:

Bonito mesmo é, essa coisa da vida: Um dia, quando menos se espera, a gente simplesmente supera.

Caio Fernando Abreu


1 week ago · 147 notes · reblog
(originally caiofabreucfa, via caiofabreucfa)

Summer love 

Hoje, enquanto assistia aquele filme bobo (do qual nem o nome eu me lembro), vi uma personagem falar “Que clichê, não é? A melhor amiga que ajuda o amigo abandonado pela namorada e eles acabam ficando juntos” e descobri que somos um pouco clichê demais! Não posso dizer que fomos melhores amigos, mas tenho consciência de que amigos próximos o bastante para conhecermos detalhadamente a vida um do outro, éramos; conversávamos sobre tudo, sentíamos saudades, no queríamos sempre por perto… Era um sinal? Nem sei. Só sei que lembro dos dias tristes e lembro do teu rosto em todos eles, lembro de você querendo que eu me libertasse das coisas que me faziam mal, de me ameaçar de tapas e murros caso eu voltasse a cometer os mesmos erros. Lembro de cada momento em que você cuidou de mim, e lembro de cuidar de você também. De, apesar de tudo, resolver ser imparcial, estar ao teu lado mesmo com tudo o que queria nos colocar a parte.

Talvez tenha sido o tempo que mexeu demais com a nossa cabeça, escolhemos um ao outro como companhia, mas porque era agradável e conveniente. Estávamos juntos e estávamos enraizando sentimentos, mal sabíamos. Não pensávamos no dia de amanhã, apenas aproveitávamos para rir ainda mais no hoje, para que cada momento fosse suprir cada necessidade um do outro, de carinho, afeto, ternura, bobagens… Cuidávamos um do outro ainda como se fôssemos amigos, mas éramos mais. Éramos essa mistura de sonho e casal perfeito.

Ainda somos assim, ainda somos sorriso um no rosto do outro, despreocupação, saudade, melhor parte do dia. Ainda estamos suprindo as necessidades um do outro e agora num ponto ainda mais extremo de entrega e dedicação: suprimos um ao outro com amor. 

Continuamos rindo e falando besteira, mas a diferença é que agora vemos o quanto é importante que fazemos isso um com o outro. Que estamos juntos.


1 week ago · 0 notes · reblog

Ressaca 

Havia tempos desde a última vez em que eu peguei na caneta para escrever, eu sempre queria, sentia até saudade, mas sempre havia prioridades, era um trabalho da faculdade ou uma prova importante demais, alguma entrevista de emprego… A caneta continuava em cima da escrivaninha jogada em cima de um caderninho com a capa cheia de corações, aberto numa folha aleatória, eles me chamavam e quando eu podia atender, já não sabia mais o que colocar ali. Era essa a rotina, viver, sentir, experimentar… O tempo era curto demais para descrever. 

E eu aprendi, no sufoco, que sentir tem tido muito mais sentido. Agora, nessa madrugada, eu penso na greve, penso no tempo demais, penso em adiantar os estudos e só penso e decido que vou escrever. Foi tempo demais pensando, pensei até em te escrever, gostaria de saber como você está, mas eu não tenho tempo. 

Resolvi escrever pra mim, pros outros até, e conscientizar-me (nos) de que há tempos eu não escrevo mas porque sentir ficou melhor, viver cada dia sem buscar maneira de descrever todos os sentimentos tem sido mais válido. Mesmo assim eu sou aprisionada a isso de descrever e cá estou eu tentando me convencer de que descrever já não é mais pra mim…


1 week ago · 0 notes · reblog
“És presença. E, mesmo quando és ausência, és muito mais do que saudade. És vontade de ver de novo, de ver mais, de ver mais de perto, ver melhor. E tocar, de modo que, cada toque, eu tenha um pouco mais de ti em mim, para que não haja mais ausência. Te encontrar virou apenas uma questão de fechar os olhos. Tenho confundido ‘’eu’’ com ‘’nós’’. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto. E o que eu sinto é o tal do amor…”


Caio Fernando Abreu

“És presença. E, mesmo quando és ausência, és muito mais do que saudade. És vontade de ver de novo, de ver mais, de ver mais de perto, ver melhor. E tocar, de modo que, cada toque, eu tenha um pouco mais de ti em mim, para que não haja mais ausência. Te encontrar virou apenas uma questão de fechar os olhos. Tenho confundido ‘’eu’’ com ‘’nós’’. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto. E o que eu sinto é o tal do amor…”


Caio Fernando Abreu


1 week ago · 1 note · reblog

(Source: TEU-MARIDO)


2 weeks ago · 19,928 notes · reblog
(originally teu-marido, via 0983901288888888888888)

(Source: rbdimagenes)


2 weeks ago · 123 notes · reblog
(originally rbdimagenes, via rbdimagenes)

(Source: queenlabrifah)


2 weeks ago · 26,692 notes · reblog
(originally queenlabrifah, via gifs-landia)